[CRÍTICA] Lulli é aquele filme apenas para passar o tempo

[CRÍTICA] Lulli é aquele filme apenas para passar o tempo

Apostando na dramaturgia brasileira, Lulli é o novo filme da Netflix que chegou ontem, dia 26 de dezembro na plataforma. E, com isso, os holofotes estão virados mais uma...

 [CRÍTICA] Lulli é aquele filme apenas para passar o tempo

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Apostando na dramaturgia brasileira, Lulli é o novo filme da Netflix que chegou ontem, dia 26 de dezembro na plataforma. E, com isso, os holofotes estão virados mais uma vez para a dona da Disney, ela mesma, Larissa Manoela.

A atriz, que decolou após sua versão de Maria Joaquina em Carrossel, chega em mais uma aposta da Netflix com um filme leve, daqueles bem estilo Sessão da Tarde, recomendado para ver quando você não tem nada para fazer e quer ficar de preguiça. Mesmo sendo bem galhofa, Lulli consegue ser divertido, fazer você rir e prender a sua atenção.

Confira agora a crítica de Lulli, sem spoilers.

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Lulli é um passatempo ok, mas só

Sim, todos nós sabemos que 2021 não foi fácil, assim como 2020. E qualquer motivo pequeno para a gente se distrair, estamos aceitando. E Lulli consegue se encaixar nessa proposta bacana, trazendo um pouco mais daquele passar de tempo leve e divertido, que você se desconecta e fica preso apenas ao seu mundinho.

Na história, acompanhamos Lulli Flores, uma garota que está terminando sua faculdade e sonha em ser médica cirurgiã. Entretanto, enquanto está atuando no Hospital Universitário, ela acaba sofrendo um acidente e ganha a habilidade de ler mentes. Pode parecer estranho, não é mesmo? Mas é essa premissa, que por mais que possa parecer tosca, te prende e faz você ir até o fim para descobrir o final.

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Isso porque a história é bem galhofa, bem galhofa mesmo. Mas não é algo tão ruim assim, porque ele se propõe a fazer o que ele veio: te fazer rir. Você assiste e esquece que o tempo passa com o filme, mesmo parecendo uma história bem aleatória acompanhando Lulli. Você busca querer saber como a personagem vai lidar com o seu novo dom e em que enrascadas ela vai se meter.

Apesar de tudo, o longa consegue ser bem superficial, mesmo você achando graça em alguns momentos. É uma história que começa no nada e te leva no lugar nenhum, com todos aqueles clichês previsíveis em histórias românticas. Sabe aquela fanfic que provavelmente você lia no auge dos seus 12/13 anos? O filme consegue ter esse nível.

Personagens nada cativantes

Mesmo que a história ganhe um ponto por te distrair naquele momento de preguiça, não tente entender os personagens ou achar que vai encontrar algo de incrível na história deles, pode esquecer. Assim como a trama, os personagens são bem rasos e só estão ali para provar o óbvio: Lulli é um filme para passar o tempo, apenas.

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Eles não tem uma questão tão profunda, algo que cative seu público. É apenas para encher linguiça e que se fulano ou beltrano não estivesse ali, não faria diferença alguma. Inclusive, o par romântico de Lulli, Diego, chega a ser tão chato e irrelevante tanto quanto outra pessoa ali dentro do núcleo.

Lulli é mais um daqueles filmes, voltados para o público infanto-juvenil, mas que não acrescenta muita coisa. Por isso, ele é um passatempo, escolhido a dedo para você perder uma hora e meia assistindo naquele momento de preguiça. Ou, até mesmo, um filme que você deixa passando na TV enquanto está fazendo qualquer outra coisa.

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Por mais que tenha seus pontos negativos, Lulli é ideal para o dia do “não tem nada para assistir”. Não te cativa e é bem esquecível, mas te diverte e faz você achar algumas situações engraçadas para o momento. Não será sua primeira escolha de cara na plataforma, mas vale como uma dica para ver no Ano Novo, quando tá todo mundo no tédio depois do almoço em família.

Lulli estreou no dia 26 de dezembro na Netflix.

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